CUIDADO!! Ao entrar neste Blogg, você começa a fazer parte dele. Então: Comente, atue, aja, saia de trás da cortina e venha para o palco junto comigo. Vamos fazer parte deste mesmo time de loucos, que quem pensa que é certo neste mindo está delirando. Mas seja você mesmo, sempreeeeeee! Ou... seja ator, mas não esqueça que assim viverá a vida de outros... enquanto a sua está correndo ai ao lado... Sejam bem-vindos(as)!

sexta-feira, 9 de abril de 2010

Oh ser complicado este humano

      Você é especial! Mas por quê? O que torna você tão especial? Quem disse isso, sua mãe, seu irmão, o espelho? Por que temos dificuldade em admitir o fracasso, e por que algumas pessoas reagem tão mal ao serem elogiadas por outras em público? Temos que provar pra quem nosso valor? Estas são questões que muitas vezes não fazemos desta forma, mas invariavelmente as respondemos sem a menor consciência, e não raras de forma desastrosa.
      Hoje a internet nos brinda com os mais variados conceitos sobre tudo e sobre todas as coisas, mas podemos colocar o ser humano num saco e dizer que somos apenas alguns grupos e que uns reagem assim e outros assado? A resposta é não. Porque se perguntarem isso a um número expressivo de pessoas, as respostas inicialmente parecerão iguais, mas faça a próxima pergunta e a resposta já se modifica, e é esta questão que a superficialidade de uma leitura rápida e inconsistente do ser humano nos leva a conceitos errados e que não passam de uma rasa concepção da realidade.
      Ao fazermos uma pergunta extremamente pessoal e que leva o outro a se questionar de forma tão profunda, o mínimo que podemos fazer é dar-lhe tempo para refletir. Após este tempo, é incrível como observamos valores e realidade tão distintas de uma pessoa para outra.
      Perguntei a um jovem cursando Ciências Contábeis por que ele era especial? Sua primeira resposta foi outra pergunta: como assim, para quem? No que eu disse: para você mesmo. Na sua visão, o que o torna uma pessoa especial? E antes dele pronunciar outra pergunta disse que ele tinha 5 minutos para pensar, e isso causou surpresa nele, mas em menos de um minuto ele disse: sou legal, me acho bonito, estou estudando para ter uma profissão e aproveitar uma oportunidade que meus pais não tiveram. Sou esforçado e estou em uma pequena porcentagem deste país, estou certo?
      Agradeci a resposta e proferi a seguinte frase: - Você disse isso porque acha que esta resposta é o que as pessoas querem ouvir, certo? Quero saber o que você tem de especial como ser humano? Isso não é uma entrevista de emprego e não há certo e errado. Vou voltar aqui no intervalo e você me traz uma resposta, se ainda achar que é a mesma te deixo em paz, combinado? Só peço que pense no assunto e reflita um pouco.
      O jovem me olhou desconfiado, mas aceitou o desafio. Noventa minutos mais tarde ele retorna ao mesmo local e me entrega uma folha com várias linhas preenchidas e diz: não consegui prestar atenção alguma na aula. Tá aqui! Era isso?
      Vamos ver, disse eu.
      E lá estava a descrição do por que se julgava especial. Perguntei se ele queria ler para mim e ele disse que eu era chato, mas que não, já tinha feito a “tarefa”.
      Em meio a tantas coisas pessoais, constava a seguinte frase: meu pai não é o melhor exemplo, mas ainda assim amo ele e o acho o melhor pai do mundo. Pouco depois dizia quase o mesmo da mãe, e finalizava dizendo que hoje o que o tornava mais especial que muitos de seus amigos era o fato de seus pais estarem casados há 28 anos e ele e seu irmão terem saúde.
      Mais 10 abordagens com pessoas do mesmo curso, mesma classe social, estilo de roupa, e...
      Nenhuma resposta igual, a que falava da família dizia que tinha condições (dinheiro), outra trazia o argumento que o grande motivo de ser especial era o fato de ele ser homem e sua namorada ser “muito gata”. Uma jovem disse ainda que o fato de estar viva e ser virgem era o “seu maior trunfo”. Houveram respostas parecidas nos outros 5 cursos pesquisados da mesma forma, mas nenhuma trouxe grupos que pudéssemos simplesmente jogar em uma grade de dados e pronunciar estatística frias como uma forma de gelo.
      Não defendo aqui que se deixem de realizar pesquisas estatísticas, pelo contrário, mas há certas questões que não podem simplesmente serem tabuladas e defendidas como verdade absoluta sem uma amostra realmente importante, consistente e verdadeira.
      O ser humano é complexo, mutável e altamente capaz de alternar comportamentos e hábitos, mesmo que uma pequena amostragem diga o contrário. É um ser individualizado e que traz consigo uma visão única de mundo, e mesmo o mais influenciável de nós é capaz de traduzir com suas palavras qualquer situação do cotidiano, basta que para isso lhe dêem tempo de refletir e prestem atenção na sua resposta, valorizando-o como pessoa. Inclusive esta simples opção pode transformar a vida dele como um todo, então como tabular ser tão complexo e cheio de opções? Não me venham com essa, pois nessa eu não caio.
      Para ser especial, basta que alguém assim o considere, inclusive ele mesmo, ou o seu self, como nossos queridos colegas psicólogos (ou os americanos) chamam o nosso “eu” interior.

Ora poishh!

NO TRABALHO
Conversa entre o empregado e o chefe, ambos portugueses:
- Chefe, nossos arquivos estão super lotados, posso jogar fora os que têm mais de 10 anos?
- Sim, mas antes tire uma cópia de todos.

EM BOA COMPANHIA
Manoel entra em um bar, abraçado a duas mulheronas maravilhosas.
Aproxima-se do balcão e pede ao garçom:
- Uma coca-cola, por favor.
O garçom pergunta ao Manoel:
- Família?
Ao que ele responde:
- Não, são putas mesmo... mas estão morrendo de sede!

CONFIANÇA
Essa aconteceu num quartel de Lisboa. O Joaquim estava dando guarda quando se aproxima um jipe com um soldado, ele aponta o fuzil para a cabeça do motorista do jipe e pergunta rapidamente:
- Você sabe a senha?
- Sei.
- Tudo bem, pode passar.

segunda-feira, 5 de abril de 2010

Um encontro pode mudar sua vida

Sandra caminha apressadamente ouvindo seu aparelho de MP3 quando uma mão a puxa pelo braço:
- Sandrinha, quanto tempo!? Não pude acreditar que era você. Como você está bonita!
Sandra, ainda assustada pela surpresa responde meio surpresa e assustada:
- Mas Amora, você me deu um susto tão grande que pensei se tratar de um assalto.
- Nossa Sandrinha! Quanta preocupação, mas tudo bem. Desculpe a empolgação, a alegria, a euforia de encontrar minha melhor amiga da adolescência.
- Ah Amora, não fique assim, é que o mundo anda tão mudado, não sabemos mais quem é quem, em quem confiar.
- Que é isso Sandrinha!? Parece minha mãe falando. Para me desculpar venha tomar um café comigo na terça.
- Não posso, tenho compromisso.
- Então tome meu telefone e me passa o seu, ai não corremos o risco de perdermos contato novamente, ok!? E como você está linda!
Trocaram o número do telefone, cumprimentaram-se e seguiram seus caminhos. Na semana seguinte Amora
tenta diversas vezes falar com a amiga, mas sem sucesso. Ninguém tinha notícias da amiga há anos. Procura no guia e depois de certo esforço e muita internet encontra o endereço da amiga que não via há tanto tempo e vai ao seu encontro, mesmo que de surpresa.
Quando vai chegando próxima ao destino começa a estranhar a vizinhança, não era acostumada com aquela região da cidade. Mas se a amiga estava ali o sacrifício se justificava. Só podia ter casado com o crápula do Afonso, aquele mau-caráter. Ou será que empobrecera de vez? Mas já que tinha ido até ali, resolveu seguir.
Quando enfim chega ao endereço e toca a campainha, a surpresa! Sandrinha a atende de cinta-liga vermelha, máscara e chicote. Quando esta vê que não era Seu Miguel, o cliente esperado para aquela agora, fica estupefata e solta um grito de agonia, daqueles que vem dos confins do estômago, um grunhido abafado e melancólico. Fora descoberta!
Amora pegou a amiga pelo braço e entrou no apartamento, disse que só sairia dali depois de alguma ação ou explicação, que prometia seu silêncio e sua discrição. Sandrinha ensandecida disse que jamais isso aconteceria, o que a outra estava pensando? Não devia satisfação a ninguém? Amora disse que sim, e mais, pagaria para ficar ali. Sandrinha se ofendeu, mas a conversa foi acontecendo e passados 10 minutos, os ânimos foram se acalmando e por fim o curso de persuasão afetiva que Amora fizera em São Paulo havia enfim servido para alguma coisa.
A campainha toca: Triiiimm, Triiiimm.
Sandrinha ajeita o cabelo, recoloca a máscara e esconde a amiga rapidamente em um closet desativado.
Abre a porta e diz:
- Olá Seu Miguel, como vai?
- Agora melhor Dona Jasmira, nunca demora mais de 5 segundos para abrir a porta. Está tudo bem?
Sandrinha bate com o chicote na porta que se fecha.
- Tira a roupa! Agora!
Seu Miguel ia falar alguma coisa, mas havia algo diferente no olhar daquela mulher. Sandrinha nunca o recebera assim, mas como tinha o hábito de obedecer, assim o fez.
- Vamos Miguel (nunca havia se esquecido do “Seu” Miguel)! Eu vou te possuir como nunca! Não se assuste, não farei nada que o senhor não queira e hoje será de graça, o seu serviço foi pago por outra pessoa.
- Mas como assim? Ninguém sabe que eu venho aqui, você contou pra alguém sua ordinária?
- Cala a boca Miguel! Tire a roupa que você vai ser a minha despedida, o tempo que você agüentar eu serei sua, toda sua, e realizarei todas as suas fantasias, inclusive a de não pagar, que me pede a quase dois anos.
- Mas Sandrrrr.....
Então Miguel não conseguiu proferir mais nenhuma palavra que possa aqui citar.
Foram 3 horas de muita ação dentro daquele apartamento, como jamais havia acontecido entre ambos, nunca haviam passado dos 45 minutos quinzenais.
Na saída Seu Miguel ainda insistiu para ela continuar a prestar seus serviços, que depois disso tudo ela não poderia simplesmente sumir. Mas ela estava com aquela certeza que só uma mulher sabe demonstrar, com uma confiança inabalável, ai ele sentiu que o melhor momento da sua vida teria que ser muito bem guardado, pois não voltaria a vivê-lo.
Amora saiu o mais breve que pode do seu esconderijo sem poder conter sua excitação e a incredulidade de todas as coisas que ouvira nas últimas 3 horas e meia. Disse que tinha sido a maior e mais excêntrica experiência da sua vida. Chegou a propor que aquilo se repetisse, mas esta hipótese foi rechaçada por Sandrinha, que a agradeceu pela visita e pediu que a outra se retirasse para se recompor e colocar suas idéias e vida em ordem.
Jamais se ouviu falar na Sandrinha novamente. Já Amora, dois meses depois estava atendendo Seu Miguel no mesmo horário e local que a outra, mas sabia que ainda havia muito a aprender com o novo free-lance, inclusive com o dinheiro que começou a levar para o marido depositar na poupança.

segunda-feira, 29 de março de 2010

O Poder e a Dor do Perdão


Outro dia, para minha surpresa ouvi uma pessoa muito querida e também madura dizer que acredita em contos de fadas, mas que na hora do seu “felizes para sempre” o filme acabou e ela se viu na encruzilhada de seguir talvez a maior jornada de sua vida: de um lado a dor da perda, do outro o doloroso perdão. Caminhos tão distintos de palavras tão parecidas.

Nenhum caminho era fácil, sem dor, sem lágrimas, mas ao mesmo tempo havia uma certeza, um dos caminhos já percorrera, o outro seria o grande desafio da sua vida.
A escolha não era simples. Mas entre outras coisas, havia o fato de gostar de novas caminhadas por caminhos inexplorados, embora quisesse a paz da tranqüilidade, a direção que viu se abrir frente a seus olhos não continha esta opção.
Quando há espinhos por todos os lados, seguir em frente não é questão de dar apenas um passo, mas de saber que apesar das feridas, há um motivo para este passo ser dado. O sangue jorra e a dor não diminui, e entre este longo momento de suplício há raios de luz seguidos de tormentas, e a inconstância do tempo contrasta com a constância da dor que a faz chegar ao auge do sofrimento, os espinhos penetram, o corpo inteiro dói e os pensamentos girando em mil quadros por segundo tonteiam, e este turbilhão de agonia faz com que as certezas virem pó e o ferro queime tão forte que apenas a mão da razão é capaz de dar-lhe um pouco de ar e fazer com que as forças se unam para dar continuidade à batalha.



É dado o momento do equilíbrio, onde mesmo retalhada e ferida, a certeza de querer lutar faz com que a cabeça se erga e o mais difícil dos passos enfim seja dado: o primeiro. Há todo um novo caminho pela frente e apenas duas certezas: a dor a acompanhará por longo período, e nesta direção há uma companhia para lhe dar a mão a toda e qualquer hora, mesmo naquelas em que certeza lhe parecer falha, a dor latejar, as pernas fraquejarem.
Haverá aquela mão dia e noite a puxando para seguir em frente e encontrar o mesmo vale verde que outrora a fez sonhar e sentir a bruma da felicidade, aquele cheiro inconfundível que só os corações apaixonados e entregues conseguem sentir.

Então no momento certo, todos os espinhos a deixarão, a dor cessará, a ferida cicatrizará e o “felizes para sempre” da sua vida será enfim escrito e estrelado por ela, com a companhia inseparável da mesma mão que um dia a apunhalou, mas que ela ao escolher o caminho do perdão, concedeu a chance de ser novamente a mão do afago, do carinho e do amor. Porque apesar de tudo, seu conto de fadas sempre passou pela certeza de ser escrito a quatro mãos.

quarta-feira, 24 de março de 2010

10 erros cometidos em uma entrevista de emprego

Matéria publicada no Yahoo - Dentro de alguns dias uma matéria original!


Roupas inadequadas, português ruim e postura desleixada excluem o candidato da seleção.

Por Natalia do Vale

Com o mercado de trabalho cada vez mais competitivo e com a procura por emprego maior do que a oferta, o que não faltam são exigências na hora de uma empresa admitir um novo funcionário. Um currículo focado, que esteja alinhado com a vaga oferecida é um fator essencial para chegar até a segunda etapa: a da entrevista. Só que é nessa hora que muita gente deixa a vaga a escapar.

“Detalhes simples, como a maneira de se expressar e de se vestir, podem garantir ou eliminar as chances de contratação do candidato mesmo que ele tenha um currículo invejável", explica a consultora de Rh Maria Estela Souza, da empresa RP1, em São Paulo.
A velha máxima de que a primeira impressão continua valendo e faz a diferença, sim, na hora da contratação. "No processo de seleção, não deve existir preconceito, mas, dependendo do ambiente de trabalho, um visual clássico passará mais segurança do que um estilo mais despojado, por exemplo", diz a consultora. Isso porque, os empregadores estão cada vez mais rigorosos e cautelosos em suas escolhas.
"Uma contratação errada implica em tempo perdido, custos, impacto na produtividade e dor de cabeça para uma empresa". Abaixo, especialistas listam os 10 maiores deslizes que pode-se cometer durante uma entrevista de emprego e a maneira correta de agir para conquistar aquela vaga.
Raio-X do candidato

1- Cabelos

Erros: fios bagunçados, com cores exóticas ou cortes radicais. "Se você tiver o cabelo cor-de-rosa pink, por exemplo, ou um topete gigantesco, mas estiver muito bem penteado, pode até passar, mas não é a melhor maneira de comparecer a entrevista", explica Maria Estela.
Acerto: cabelos curtos e bem penteados em cores discretas. "o ideal é exibir um penteado e um corte que não chamem muito a atenção". "Cuidados com aparência não tem a ver com estilo, e sim com higiene e educação. Mesmo com um visual mais radical, é possível se mostrar com discrição e seriedade".

2-Unhas
Erros: grandes demais, sujas e com aparência de relaxo. "Suas unhas sinalizam o cuidado que você tem consigo mesmo. Se não estiverem limpas ou o esmalte estiver descascado, deixam a impressão de que você não está tão preocupado com a entrevista", explica Maria Estela.
Para a psicóloga Thais Soares e analista de Rh do Grupo Seres, a aparência das unhas são um quesito ainda mais importante, dependendo da função que o candidato irá ocupar. "Se a vaga é para um auxiliar de produção ou de cozinha, a exigência é inquestionável", explica.

Acertos: unhas limpas e bem cortadas. O esmalte deve ter tons discretos, sem serem vibrantes, e jamais deve estar borrado ou descascando.
3- Guarda-roupa

Erros: vestir decotes, roupas curtas e justas, cores extravagantes, camisas e ternos muito amassados ou sujos. ?Em ambiente de trabalho, uma roupa mais sensual pode chamar mais a atenção do que a competência do candidato e isso pode trazer falatório e problemas futuros?, explica Maria Estela.
"Enquanto roupas sujas e amassadas deixam a impressão de relaxo.? E, quando o assunto são as cores, é melhor não exagerar. Se por um lado dão mais leveza a pessoa, quando são alegres e vibrantes, por outro, podem tirar a seriedade da ocasião", diz.
O uso do traje social nem sempre é necessário, principalmente se a vaga não fizer esta exigência. "Cada vaga exige um perfil e o candidato tem que estar de acordo com ela, porém, você pode usar um esporte chique ou só o esporte, sem parecer relaxado", explica a analista do Grupo Seres.
Acertos: opte por peças discretas, sociais, confortáveis e com tons neutros. "Fique atento ao aspecto visual da roupa e deixe tudo passado e limpo para não causar má impressão", diz Thais. Os sapatos também são foco. Eles devem estar limpos, preservados e não serem chamativos. Mulheres, deixem os saltos altos e finos em casa.
4- Tatuagens e piercings

Erros: deixá-los à mostra sem nenhum tipo de cuidado com a imagem que se deseja passar na entrevista: "Não podemos exigir que o candidato tenha o estilo careta, mas não dá para chegar na entrevista com um piercing superextravagante", explica Maria Estela.

Acertos: retire os piercings que estejam em lugares muito evidentes (boca, nariz, língua) e que não sejam discretos, além de cobrir partes do corpo tatuadas, que podem que comprometer sua aparência?, aconselha

5- A conversa

Erros: evite os extremos. Tagarelice ou timidez em excesso não são bem-vindas. "Em geral, pessoas que falam demais querem tentar provar para si mesmas que são capazes do que estão afirmando. Já quem fala de menos, pode deixar de passar alguma informação importante e decisiva para a contratação", explica a consultora da RP1.
Acertos: encontre o equilíbrio. "O certo é responder o que te perguntam de forma clara e objetiva, salientando como pode contribuir para a empresa. Divagar sobre si próprio ou falar somente o básico pode prejudicar seu desempenho", explica. Os empregadores estão cada vez mais rigorosos e cautelosos em suas escolhas

6- Detalhes da vaga

Erros: muitos candidatos, por necessidade ou ansiedade, questionam o entrevistador sobre salário e benefícios logo no início da conversa. "Quando o candidato vai direto ao ponto parece que ele não está interessado na oportunidade ou em ser um bom profissional, mas somente nos valores", diz Maria Estela.
Acertos: aguarde o entrevistador abrir os detalhes da vaga. Se não ficar claro, pergunte. "O candidato pode e deve perguntar sobre a vaga e isso até demonstra interesse pela vaga e pela empresa, porém, as perguntas devem soar como dúvidas e, em momentos oportunos, e não podem, em hipótese alguma, parecer cobranças", explica Thais.
7- Assassinando a gramática

Erros: quando se está à procura de um emprego, é preciso dedicação. Não dá para ir à entrevista sem se preparar: "Cada vaga exige um perfil, mas é importante mostrar-se bem informado e disposto a aprender. Erros banais de língua portuguesa e falta de disposição são decisivos na hora da contratação", afirma Maria Estela.

Acertos: "o candidato precisa se adaptar a vaga que procura. Hoje em dia, o nível de instrução exigido é muito maior. O ideal é se informar sobre conhecimentos gerais e sobre o ramo da empresa. Além disso, assumir quando não sabe algo, mas mostrando interesse em aprender, é uma característica positiva".
A dica da analista de Rh Thais Soares é que o candidato fique atento a possíveis deslizes. "Se perceber que errou em algum momento, volte e se corrija de maneira educada, sem interromper o entrevistador", diz.

8- Flagrado na mentira

Erros: jamais minta no seu currículo ou na entrevista sobre suas qualificações. "Muitas empresas colocam o candidato em teste prático logo na hora da dinâmica", alerta a consultora.

Acertos: exponha qualificações que você terá como comprovar, se for contratado. Faça sua apresentação de forma clara, convencendo o entrevistador de que você é o melhor candidato para a vaga.

9-Postura desleixada

Erros: postura desengonçada, ombros caídos, voz trêmula, cotovelos na mesa, olhar disperso e mãos no rosto, em posição de tédio. "O candidato deve mostrar-se sempre confiante. Ficar corcunda, falando baixinho e com cara de medo não dá emprego para ninguém", explica Maria Estela.
Acertos: passe segurança para que o entrevistador visualize você na função da vaga. "Mantenha a postura ereta e firme, voz em tom natural e braços soltos, olhando sempre para o entrevistador", diz Maria Estela.

10-Atrasos

Erros: não chegar na hora combinada para a entrevista denota falta de dedicação e comprometimento com a ocasião. "Imprevistos acontecem, mas o entrevistado deve ser avisado", explica a consultora da RP1.

Acertos: compareça com 15 minutos, ao menos, de antecedência e informe-se se está no lugar certo. Isso evitará transtornos e nervosismo na hora da entrevista.

Nota do Moi: apesar de previsível, qualquer matéria nesta área ajuda a população, não é mesmo. Retirei os erros de português mais notáveis, mas também não sou infalível... julguem por vocês mesmos.

terça-feira, 23 de março de 2010

Mini Cooper – Charme, Tecnologia e Valor

O carrinho mais querido do mundo – como as revistas especializadas do setor automotivo o chamam - vai ganhando adeptos e fãs no Brasil e no mundo. Com capacidade de vendas surpreendentemente altas já supera as projeções iniciais de todos, inclusive da própria fabricante – que já trabalha na ampliação da capacidade de produção da sua fábrica em Oxford, na Inglaterra.

A BMW, detentora da marca desde 2002, proporcionou um grande destaque ao Mini, pela admiração, status e o glamour que a marca possui ao redor do globo. Em 2009, ano que o carro completou 50 anos, houve grande investimento no marketing e agressiva estratégia de vendas, gerando fila de espera de 30 a 60 dias no Brasil, dependendo da configuração escolhida pelo cliente, outro ponto a favor em termos de produto: a personalização.

Analisando o conjunto design, preço e utilidade, talvez as pessoas se perguntem como um carro pequeno e caro faz tanto sucesso? Eis as questões: estratégias de marketing e vendas feitas em conjunto, charme aliado à potência e tecnologia, sentimento de exclusividade que o proprietário desfruta, entre tantas outras. Pois o projeto foi concebido com base no seu público-alvo, onde a produção e acabamento satisfazem à sua exigente clientela, além de itens de série admirados por muitos e essenciais a clientes das classes AA e A, e à classe B, como controles no volante, chegada aos 100 Km/h em 7,1 segundos, tecidos especiais em todos os revestimentos, além de todos os requisitos de conforto encontrado em carros abaixo de sua classe e outros acima.

O que daria suporte a esta realidade? Em primeiro lugar a pesquisa realizada pela empresa, que resultou no desejo do lançamento de um veículo com suas características, pequeno e confortável – requisitos cada vez mais solicitados para os tempos modernos. Mas existem outros fatores para este sucesso, o carro já era tido como “queridinho” devido ao sucesso de seu mais famoso divulgador: o personagem interpretado pelo ator Rowan Atkinson, o popular Mister Bean, além de ambos serem considerados ícones da Inglaterra – país sempre em evidência na mídia, seja pela riqueza, a economia solidificada e por possuir uma das mais valorizadas moedas do planeta – e para projetar este fato ao redor do mundo foi questão da perspicácia e competência da equipe de merchandising e comunicação, ou o Marketing como um todo. Embora tenha que se citar que por trás de tudo isso ainda há o suporte da mística Mini Cooper + BMW, conferindo indiscutível credibilidade no mundo automotivo.

O resultado do produto Mini Cooper é tão favorável que se tornou uma espécie de sonho de consumo, pois parece uma febre, inclusive com famosos fazendo propaganda gratuita do carro, demonstrando grande satisfação em dar entrevistas e enaltecer as qualidades do carro. Assim sendo, com mídia gratuita e de qualidade além da criada e patrocinada, um produto sofisticado com marca consagrada, cuidados especiais de acabamento, design moderno e arrojado, potência embaixo do capô e esportividade misturada às clássicas linhas do carrinho, o que se pode ver é uma série de atos bem-sucedidos que não poderia haver outro desfecho a não ser o sucesso.

sexta-feira, 19 de março de 2010

O Poder de Uma Meta

Sucesso não é destino, sucesso não é acidente. Se observar as pessoas de sucesso, notará que elas começam com uma meta. Fique alerta! Ao se aventurar no atingimento de uma meta você sofrerá críticas e até rejeição, é preciso firmeza de propósito, caráter, personalidade. Se não quer receber críticas não diga nada, não faça nada, não seja nada.
Uma meta é algo tão valioso que você não deve responsabilizar outras pessoas pelo não atingimento da mesma. Que infelicidade chegar aos seus 40 ou 50 anos, olhar para trás e dizer: “Queria ter realizado algo valoroso, mas meu chefe não deixou!” O atingimento de uma meta não aceita desculpas. Homens e mulheres são limitados, não por seu lugar de nascimento, nem pela cor da sua pele, mas pelo tamanho da sua meta. O que importa não é de onde você vem, mas para onde você vai.

É preciso uma estratégia, um plano para se atingir um alvo ou uma meta. Uma boa dica é você descobrir alguém que já tenha feito o que você quer fazer. Convide-o para almoçar, peça ajuda, orientação. Na fase inicial, sucesso está ligado à dor. No meio do caminho é provável que bata um forte desânimo, é previsível. Não se iluda, haverá dias terríveis em sua vida, dias em que nada funciona. Você vai ficar ansioso, perderá o sono, vai suar frio.

Não desista, isso faz parte de quem aspira a algo superior. Estou certo de que a persistência representa 98% do atingimento de uma meta. Meta exige disciplina. Disciplina pesa quilos. Arrependimento pesa toneladas. Mais do que disciplina o atingimento de uma meta exige renúncia. Existem pessoas que atingem a sua meta e param. Começam a se sentir confortáveis e depois relaxam, acomodam-se, refiro-me à famosa zona de conforto.

“O desejo pára com a posse.”

É a hora da conversa intrapessoal, não interpessoal, intrA mesmo: conversa consigo mesmo. Pare, sente-se, fique sozinho e pense na direção em que está indo e se é para onde quer ir. A melhor maneira de se predizer o futuro é ter uma idéia clara do que está acontecendo com você agora. A coisa mais importante é considerar a coisa mais importante como realmente sendo a coisa mais importante! O que é importante para você no próximo ano? Qual o seu projeto de vida?”

Autor: Rogério Caldas



Se estas palavras despertaram dúvidas pra você: parabéns!!

Agora reflita, pense a respeito e mãos à obra.

Está difícil de achar coragem ou mesmo começar: procure ajuda, pode ser que encontre aqui mesmo.